07/07/17 “Sobre a pedra no meio do caminho”…

Segue o “Céu na Terra”, cresce intensa a Lua em Sagitário, chega em Capricórnio às 14:44-RJ e às vezes, no meio da estrada, aparece um desvio não esperado que, a princípio, dá aquela desnorteada, mas que também nos faz atualizar as rotas e acabamos por descobrir novas e (ainda mais) belas paisagens pelo caminho. Outras vezes, no meio da subida de uma ladeira, percebemos que há trechos mais íngremes que nos obrigam a “puxar” uma “primeira marcha” (menos velocidade, mais força, concentração); ou talvez, situações em que precisamos manobrar e usar a “marcha ré” (também uma marcha de força!). E, se ainda por cima, choveu e há lama ou o “relevo está muito acidentado”, temos a maravilhosa oportunidade de valorizar nossa “tração 4X4” adquirida a tão duras penas (só a gente sabe!) e que serve justamente pra isso, para ser usada nesses momentos. Que bom que desenvolvemos esses poderosos recursos! E, se de alguma forma, não funcionarem como esperávamos, ainda assim é possível perceber onde está o “elo fraco da corrente” e tomar as devidas providências. Mesmo um certo desânimo repentino faz parte e é “vida que segue”… Se “no meio do caminho tinha uma pedra” (Drummond, querido!), diz Adélia Prado (amada!): “Por improvável não conta o que tu sentes, José? / O que te salva da vida é a vida mesma, ó José” (do poema “Agora, ó José”). Gratidão!

2 comentários Adicione o seu

  1. FERNANDO TARDI disse:

    Amei!!

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