Lua e Urano em Áries, Sol e Plutão em Capricórnio, Júpiter em Libra e um clima intenso sujeito a tempestades, trovoadas e “erupções vulcânicas” no “Céu como na Terra”: Talvez a noite tenha sido “quente”, sujeita àquelas “fritadas” na cama, insônia, sonhos agitados demais… como se toda a “eletricidade da atmosfera” não coubesse direito nem se acomodasse bem no colchão (mesmo que este tenha toda a tecnologia da NASA…). O dia pode ter amanhecido como consequência disso e uma certa (ou muita) irritação e algum cansaço extra se fizeram presentes, desafiando nosso senso de como agir para afirmar o que queremos sem passar por cima do(s) outro(s) e nem de nós mesmos; trazendo, ainda, uma certa (ou muita) sensação de impotência diante dos absurdos sociais, dos entraves institucionais, de tanta burocracia e injustiça. A tarde pode transcorrer ainda nesse “climão” e a “chave” para lidar com tudo isso está no fortalecimento do “eixo interno”, naquele lugar que é “o olho do furacão”. Nesse sentido, talvez a melhor estratégia para seguir esteja em olhar o quadro maior pessoal (aquele mesmo papo de ontem, de se situar no presente com consciência do caminho percorrido e do que estamos construindo com foco, dedicação e perseverança). Nesse clima de seguir “apesar de”, com medo mesmo (fazendo dele um aliado que nos auxilia a apurar finamente nossa percepção dos “climas”), lidando com os desafios do caminho sem perder a cabeça, a noite pode chegar como um bálsamo, trazendo algum conforto depois de tanto trabalho. É que a Lua chega ao signo de Touro (18:18-RJ) e segue em oração de “paz interior” com Vênus em Peixes. Se você quiser, permitir e tiver feito por onde, claro! ![]()