01/10/17 “Usa e faz crescer”

Segue o fio cósmico a se desenrolar “assim na Terra como no Céu”: a sensação de pertencimento e de familiaridade precisa ser nutrida com amor, diálogo e presença de corpo presente. É nesse “abraço coletivo” que nos tocamos, inclusive, nas mesmas feridas que atravessam a todxs e que são experimentadas de forma única em cada ser singular. Nos encontramos nas diferenças. Nos diferenciamos nos encontros. A grande oferta do dia é amor. Tá fresco, bonito, orgânico, abundante. E a gente já sabe, né?, que “Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.” (Guimarães Rosa, amado!). Pois, então, “tá tendo”, aos montes, disponível no chão de terra da realidade compartilhada, pra usar feito bálsamo direto nas feridas da exclusão, feito emplastro nos arranhões do corpo vivo, animado, que tem Alma! Contemplar é lindo, mas não fica só contemplando não. Recebe, pega, come, mastiga, oferece, bebe, amassa, esfrega na pele, usa o amor da melhor forma que puder. Curiosamente, quanto mais a gente usa, mais ele faz crescer…

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